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Adoção responsável: tudo o que você precisa saber sobre o assunto

A convivência com animais de estimação nos traz inúmeros benefícios físicos e mentais, como o fortalecimento do sistema imunológico, o aumento da expectativa de vida, a redução do estresse e da solidão e o desenvolvimento da empatia. Não à toa, a pandemia de Covid-19 fez crescer a procura por cães e gatos, já que as pessoas estão mais solidárias e procurando conforto emocional neste contexto de distanciamento social.

Contudo, quem deseja tutelar um peludo precisa ter em mente a adoção responsável, visto que é a vida de um ser vivo que está em pauta. Esse tipo de ação leva em conta alguns cuidados com o pet que os novos tutores devem prestar atenção antes de tomarem a decisão de adotar.

Afinal, o que é a adoção responsável e o que ela preconiza? Continue conosco e entenda!

O que é adoção responsável?

A Organização Mundial da Saúde estima que existam mais de 30 milhões de cães e gatos vivendo em situação de rua no Brasil. As ONGs de protetores de animais desempenham um papel extraordinário ao cuidar de muitos desses pets, mas, claro, não conseguem lidar com a enorme quantidade de peludos que aguardam por um lar.

Porém, para levar um gato ou um cachorro para casa será preciso passar por um processo de avaliação. Isso porque não basta ter a intenção de adotar, é preciso que o tutor se comprometa com uma série de responsabilidades, que garantirão a qualidade de vida e o bem-estar dos pets.

A seguir, veja quais são essas responsabilidades.

Pensar na expectativa de vida do pet

Adotar um animal de estimação é um ato que requer planejamento em longo prazo, já que cães e gatos podem viver bastante tempo. Para os cachorros, de modo geral podemos dizer que a expectativa de vida está relacionada ao seu porte; ou seja, quanto menor for um cão, mais ele viverá, e vice-versa. Esses peludos podem nos acompanhar por 15 anos ou mais.

A expectativa média de vida de um gato é de 16 anos, mas não é raro que cheguem perto dos 20. Você também deve lembrar que cada fase de vida exige cuidados especiais, por exemplo, é preciso ter paciência com os animais idosos.

Vale lembrar que o estilo de vida e os cuidados que você tem com a saúde do peludo são fatores cruciais para aumentar a expectativa de vida dele. A alimentação de qualidade é um dos pontos mais importantes para prolongar o tempo que você tem com seu pet.

Proporcionar espaço adequado

Gatos e cachorros estão bastante adaptados ao nosso estilo de vida urbano e podem viver tranquilamente dentro de nossos apartamentos. Contudo, é preciso disponibilizar um espaço enriquecedor para eles. Lembre-se de que esses animais têm necessidades diferentes, por exemplo, se você não tem um pátio para o seu cachorro correr, precisará levá-lo a lugares em que ele possa passear.

Pense sempre na rotina que você leva para que o cão seja inserido nela com facilidade — já pensou em adotar um cachorro adulto? Eles são companheiros e mais serenos que os filhotes cheios de energia.

Agora, se a sua vontade é tutelar um bichano, independentemente da idade, será preciso instalar telas de proteção nas janelas. Sempre que tiverem oportunidade, os gatos vão procurar lugares altos para observar seu território, e qualquer queda pode causar sérios problemas ao peludo.

Zelar pela saúde do pet

Outra responsabilidade de quem adota um animal de estimação é com a sua saúde de modo geral. Lembre-se de que deverá levar o pet para consultas veterinárias periódicas, além de arcar com os custos de vacinação, vermifugação e medicamentos que o peludo possa precisar ao longo da sua vida.

Comprometer-se com a castração

A esterilização de cães e gatos faz parte das ações da adoção responsável, pois somos incumbidos de controlar a taxa de natalidade dos nossos pets. Afinal, como mencionamos no início do post, já existem muitos cães e gatos abandonados vivendo em situação de risco nas ruas.

Além disso, a castração dos pets aumenta a expectativa de vida dos animais de estimação, já que eles são menos expostos a fatores como brigas com animais de rua, transmissão de doenças e desenvolvimento de tumores.

O que fazer, caso não possa adotar?

Se você ainda não se sente seguro o suficiente para adotar um animal de estimação ou não pode fazer isso no momento, mas gostaria de ajudar, você pode apadrinhar um cachorro ou gato resgatado. Procure as ONGs e as associações de protetores de animais da sua região e veja de que forma eles precisam de seu auxílio.

Normalmente, você doa uma quantia por mês para ajudar nos custos de cuidados com o pet, mas outras boas ações são sempre bem-recebidas pelos protetores. Você pode doar rações, visitar os pets ou ajudar na limpeza dos canis e gatis, por exemplo.

Adotar um animal de estimação é um ato de amor e solidariedade. Se você está pronto para a adoção responsável, aproveite todos os benefícios que essa deliciosa parceria trará a você!

E aí? Preparando a casa para receber um peludinho? Então, veja as nossas dicas essenciais para cuidar de um gato ou um cachorro filhote!

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