Olfato do cachorro: 4 curiosidades que você precisa conhecer

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Olfato do cachorro: 4 curiosidades que você precisa conhecer

Diferente dos humanos, o olfato do cachorro possui uma sensibilidade incrivelmente maior. Isso se dá em virtude das suas células olfativas, permitindo, entre outras coisas, que eles consigam identificar cheiros vindos dos lados esquerdo e direito.

Para você ter uma ideia, enquanto humanos têm em média 5 milhões de células olfativas, os cães podem chegar a 220 milhões. Continue a leitura até o final e conheça outras 4 curiosidades sobre o olfato dos cachorros!

1 – Cachorros cheiram de tudo

Uma prova de que o olfato do cachorro é mais desenvolvido que o nosso é quando ele consegue cheirar de tudo. Em outras palavras, os humanos só conseguem distinguir, por exemplo, alimentos bons e estragados; já os cães vão muito além, identificando os ingredientes usados em uma determinada comida. Cachorros conseguem identificar certas características do alimento, como:

  • conservação das gorduras;
  • nível de nutrientes;
  • forma de processamento;
  • pH.

Enquanto as pessoas querem fugir de odores desagradáveis, os cachorros se comportam de outra forma. Por mais que eles tenham um olfato extremamente sensível, não os incomoda estar em um lugar fedorento ou com aquela comida estragada cujo mau cheiro se espalhou pelo ambiente.

2 – Umidade do nariz

Quanto mais úmido é o nariz do cachorro, melhor será o seu olfato. Existe um muco nessa região que facilita a captura e absorção das moléculas de odor. Além disso, os cães têm glândulas mucosas no interior das narinas, produzindo um líquido de cor clara e aspecto aquoso. Com isso, ocorre o resfriamento por evaporação no nariz do animal. 

Vale ainda destacar que os cachorros costumam lamber o nariz. O comprimento da língua deles permite alcançar o nariz, por mais que algumas raças tenham esta parte mais longa. Os cachorros fazem isso visando à limpeza da região nasal, visto que eles, por cheirarem de tudo, acabam ficando com o nariz bastante sujo com o passar do tempo. 

3 – Cérebro

O bulbo olfatório dos cães é uma parte específica do cérebro que lida unicamente com cheiros. Localizado na parte frontal do órgão, essa estrutura é bem maior nos cachorros do que nós humanos, sendo o responsável por decifrar os sinais de odor que chegam até ele.

Na prática, os receptores olfativos, uma vez que recebem as substâncias odoríferas, criam um sinal que é, então, enviado ao cérebro. 

4 – Envelhecimento das células olfativas

Assim como a idade chega para nós, humanos, ela também acomete os cães. Em geral, cachorros são considerados idosos quando atingem três quartos de sua expectativa de vida. Por exemplo, se o cão é de uma raça que vive 12 anos, ele se torna idoso a partir dos 9. Com a velhice e diminuição do olfato, a tendência é o apetite diminuir.

O olfato do cachorro é muito mais aguçado do que dos seres humanos. Cães conseguem identificar como um aroma foi produzido e quais os seus componentes, fato este atribuído às suas células olfativas potentes.

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